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Chegou o calor, ou pelo menos ameaçam-nos com ele.
Está na altura de aproveitar os dias mais longos e sair para a rua com a família e amigos.
A Fábrica de Histórias fecha hoje e, se tudo correr bem, regressa em Setembro mas a Gerenta fica por perto, para qualquer coisa que seja precisa.
E fica um desafio para o Verão. Queremos uma história sem pressa, pensada e trabalhada com cuidado.
Têm dois meses para a escrever. Não se aceitam desculpas :-))
Dúvidas? Consulta este post ou deixa-nos um comentário.
E façam o favor de se divertirem com isto!
Boas Gerenta!
ResponderEliminarFui-me divertindo com isto e aqui deixo a minha contribuição para quando voltares de férias!
http://pensamentosdaveiga.blogspot.pt/2012/08/senhora-da-pedra.html
Espero que as ferias estejam a ser boas e que dê para aproveitar até ao finzinho!
Beijinhos,
Sónia
Ontem vim espreitar (num piscar de olhos que não tinha tempo para mais) e encontro-te aqui, pobre, sozinha e abandonada... snifff :-(
ResponderEliminarVamos dar mais uma semaninha ao pessoal trabalhador para ver se isto se compõe mais um bocadinho?
(Logo já vou ler a tua história...)
Pois...
ResponderEliminarParece que o resto da malta tem mais férias que eu! Deve ser por trabalharem mais aqui na Fábrica!
Fico à espera de comentário! A opinião da gerenta nunca se faz ouvir lá na minha secção!
Beijinhos
Sei que não participei mas, muito sinceramente, gostava mais dos temas semanais.. sinto saudades de quando arregaçávamos as mangas e trabalhávamos com afinco e nos entregávamos de alma plena a esta maravilhosa fábrica. Acho que o pessoal se dispersou um pouco e falo também de mim própria que tenho tido períodos de ausência, mas se houver motivação tudo poderá voltar a ser como dantes..
ResponderEliminarE a autores? Já não existe a possibilidade de reabrir?
Um grande beijinho com saudade
A fábrica vai voltar a produzir? Tenho saudades!!
ResponderEliminarA fábrica faliu ou deslocalizou-se? É que assim ficamos reféns da literatura chinesa. Arre!
ResponderEliminarOlá. Entro e vejo que a fábrica pôs um chaveiro em 2012. Talvez se consiga desencarcerar a fechadura com algum óleo potente. Talvez o mais potente seja o óleo da palavra escrita com uma certa vontade bonita. Aos catorze dias do mês das almas e da saúde (para quem ainda a tem na sua plenitude) do ano de dois mil e dezanove. Quem diria! Depois o que virá?! Ninguém sabe. Existirá ainda o(a) dono(a) destas paragens? Aguardo feed-back nem que seja com um simples "Olá" como iniciei este comentário que já vai um pouco longo. "Mais vale tarde do que nunca" assim diz o nosso povo.
ResponderEliminar"De génio e de louco…"
Dizem e com razão
Todos temos um pouco
Em qualquer ocasião.
Que esta seja uma chave
Para abrir o cadeado
E o canto de uma ave
Cante de novo a seu lado.
Minha voz também calou
A escrita a cantar
Apenas hoje voltou
Como as ondas do mar.
Deste mar açoriano
Do Atlântico prometido
Volta-e-meia, ano-a-ano,
É um verso consentido.
Rosa Silva ("Azoriana")